ARISTAB
Perguntas respondidas
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Não há como responder, sem avaliar seu neto. Não existem medicações específicas para o transtorno do espectro autista, até porque se trata, provavelmente, de um diagnóstico que engloba muitas causalidades diferentes. No entanto, usam-se medicações psiquiátricas de rotina, quando há diagnóstico de um transtorno psiquiátrico adicional e que seja tratado medicamentosamente (por exemplo, episódio depressivo maior, transtorno de ansiedade generalizada etc.). O Aristab* (aripiprazol) é indicado, em alguns pacientes, para diminuição de comportamentos agressivos potencialmente perigosos - mas, sempre se deve lembrar que, para qualquer comportamento do autista, o mais importante é identificar quais são os gatilhos e o que o mantém se comportando da forma desadaptada, algo que é feito por profissionais com experiência em terapia comportamental.
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Boa tarde, para seu neto de 6 anos, o importante é a dose total de Aristab, não se é frasco adulto ou infantil. Dividir a dose ajuda a tolerar melhor!!!
 
O acompanhamento do psiquiatra é essencial para ajustar conforme o peso e os sintomas analisados durante a consulta e relatos de familiares e Equipe Escolar.
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A maioria das arritmias não é impeditiva. Mas, não há como saber, no caso específico desta senhora. Deve perguntar ao psiquiatra dela, que a avaliará ou conversará com o cardiologista ou clínico geral dela.
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Em crianças, sempre que possível, evita-se o uso de remédios. Mas, por vezes, mesmo crianças pequenas precisam ser medicadas. Cabe ao especialista que consultou saber se, no caso de seu filho, estas doses podem ser administradas e se pode ser feita esta associação. Convém, na maioria dos casos, associar também psicoterapia específica para transtorno de déficit de atenção-hiperatividade (TDAH) e também para transtorno opositor-desafiador (TOD), além da medicação. Pode diminuir a necessidade de remédios e, numa parte das crianças, até substituí-los, sobretudo no caso do TOD, que não possui tratamento medicamentoso específico.

